Gente acorda todo dia
A gente acorda
Aquele pulso gritante dentro do nosso peito
Bate forte, alguma lenda pedindo transformação
A gente nem percebe, nem sabe o quanto é são
Viver revirogado, para mais tarnde dormir no colchão
Sem rimas estranhas, sem palavras de desilusão
A gente come e sente sede
A gente fere, e chora e causa tesão
Gente estranha, que a gente vê
e julga, e causa frison
E um dia tudo vira Cristo
No outro já não faz diferença, nem você faz questão
A gente como integral
No outro dia uma mistura calórica do que tinha no congelador
Passa tudo para uma conta
E desinfeta o banco, com medo do Guillen-Barré
Mas logo tudo volta ao normal
Pacato de ser, todo dia igual.
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