Há uma melancolia na despedida
na morte, na ida e no término
Há essa tristeza, esse apego
e todos nós sabemos,
não tem jeito
é inevitável, somos finitos.
Então os dias se passam
A angústia passa
Até a felicidade passa
Outros recomeçam,
e outros são enterrados
Outros ainda, cremados.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Sem sono
Não consigo dormir, Romeu
Não consigo te deixar em paz
Já contei mil vezes os carneirinhos
pulando e re-pulando aquela maldita cerca
Já me contei estórias tediosas
Mas o sono se foi nessa guerra
Agora estou aqui,
escrevendo pra você Romeu.
Minha última esperança
é falar dessa insônia
dessa desordem natural
Não consigo fechar os olhos,
sem sentir medo de te perder
sem acreditar que você vai morrer
que as portas vão se fechar
que o veneno é fatal
que isso é reduntante
que a Julieta se vai também
que há jacarés,
e vampiros e caixões.
Romeu, me deixe em paz
quero meu sono de volta
minha paz restaurada
quero minha consciência limpa
quero viver longe de você!
Não consigo te deixar em paz
Já contei mil vezes os carneirinhos
pulando e re-pulando aquela maldita cerca
Já me contei estórias tediosas
Mas o sono se foi nessa guerra
Agora estou aqui,
escrevendo pra você Romeu.
Minha última esperança
é falar dessa insônia
dessa desordem natural
Não consigo fechar os olhos,
sem sentir medo de te perder
sem acreditar que você vai morrer
que as portas vão se fechar
que o veneno é fatal
que isso é reduntante
que a Julieta se vai também
que há jacarés,
e vampiros e caixões.
Romeu, me deixe em paz
quero meu sono de volta
minha paz restaurada
quero minha consciência limpa
quero viver longe de você!
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